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E-commerce na prática: como funciona, como abrir e vantagens

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Mãos femininas digitam em laptop enquanto seguram cartão de crédito. Imagem ilustrativa texto e-commerce na pratica.

E-commerce na prática: como funciona, como abrir e vantagens

Investir na internet é uma forma interessante de ganhar dinheiro. Desse modo, você sabe como funciona o e-commerce na prática? Confira aqui algumas informações interessantes e opções para investir em vendas on-line.

O e-commerce cresceu 24% em número de consumidores em 2022 e faturou cerca de R$ 262 bilhões, segundo levantamento da empresa NielsenIQEbit, o crescimento foi de 1,6%.

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Porém, mesmo com um mercado amplo, com muitas possibilidades, o empreendedor precisa analisar bem como investir com segurança do e-commerce. Por isso, veja aqui dicas que trouxemos para você.

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Como funciona um e-commerce na prática?

O e-commerce funciona como uma loja virtual e representa um excelente canal de venda on-line para as empresas.

Um e-commerce na prática é caracterizado pela realização de operações comerciais em um ambiente virtual.

Essas transações não englobam somente a compra e a venda de produtos ou serviços em si, mas todas as etapas desse processo on-line, como: a gestão de estoque e a logística de despacho de mercadorias.

Outro ponto fundamental é que ele não existe sem a presença de uma plataforma eletrônica que o suporte. As características e as funcionalidades desses sistemas podem ser das mais diversas e dependerão, claro, dos tipos de e-commerce.

Na prática, significa que o lojista pode comercializar os seus produtos por meio de um site exclusivo e personalizado e, se preferir, centralizar ali as suas operações.

Porém, para atuar com um e-commerce, o empreendedor precisa de um site seguro, para que os clientes possam realizar as transações comerciais sem problemas.

Além disso, alguns vendedores usam o e-commerce como fonte alternativa de vendas, associando-o à loja física, por exemplo.

Uma infinidade de mercadorias pode ser vendida por meio dos e-commerces, que abrangem praticamente todo tipo de categoria.

Por exemplo, produtos: roupas, artigos de decoração, brinquedos, eletroeletrônicos e alimentos. Logo, esses itens podem ser vendidos pela internet atualmente.

Inclusive, se você é iniciante e tem dúvidas sobre o que é uma franquia e como fazer para abrir a sua, o curso Guia Para Iniciantes pode ajudar. Com aulas inteiramente online, para assistir quando e onde quiser, você fica por dentro do mundo do empreendedorismo. Clique aqui para acessar o curso.

Quais são os 4 tipos de e-commerce?

O e-commerce, ou comércio eletrônico, é uma modalidade de negócio que tem ganhado cada vez mais relevância no cenário atual. Existem diferentes tipos de e-commerce, cada um com características e estratégias próprias.

Primeiro, temos o B2C (Business to Consumer), que é o tipo mais comum e conhecido. Nele, as empresas vendem diretamente para o consumidor final.

Desse modo, as transações ocorrem por meio de uma plataforma online, facilitando o acesso dos clientes aos produtos e serviços. Inclusive, a popularização dos marketplaces tem impulsionado ainda mais esse tipo de e-commerce.

Em seguida, temos o B2B (Business to Business), que envolve transações entre empresas. Nesse caso, as empresas fornecedoras vendem produtos ou serviços para outras empresas.

É comum ver esse tipo de e-commerce em indústrias, onde ocorre a venda de insumos, matérias-primas ou equipamentos entre organizações.

Além disso, existe o C2C (Consumer to Consumer), em que os próprios consumidores realizam transações entre si. Plataformas de marketplace, como as de vendas de produtos usados, são exemplos desse tipo de e-commerce.

Inclusive, as redes sociais também têm se mostrado um canal relevante para esse tipo de troca entre consumidores.

Por fim, temos o B2G (Business to Government), que engloba as vendas entre empresas e o governo. Nesse caso, as empresas fornecem produtos ou serviços para órgãos públicos. O e-commerce B2G pode ser vantajoso para empresas que atuam no fornecimento de produtos específicos para o setor público.

Enfim, conhecer os diferentes tipos de e-commerce é essencial para direcionar as estratégias de vendas de acordo com o público-alvo e as características do negócio. Seja B2C, B2B, C2C ou B2G, cada tipo apresenta particularidades que devem ser consideradas para o sucesso das operações online.

Vantagens de trabalhar com um e-commerce

Sabemos bem que para iniciar um negócio é necessário ter uma certa quantia para investir, porém nem todos os empreendedores possuem. É aí que entra uma das inúmeras vantagens do e-commerce: baixo custo inicial.

Então, se você está começando agora ou deseja expandir seus negócios sem precisar gastar com infraestrutura está na hora de ter seu e-commerce.

As mensalidades pagas pelo uso da plataforma podem ser rapidamente compensadas pelo fluxo de vendas proporcionado por essa modalidade de comércio, tornando seu negócio sustentável em muito menos tempo.

Do mesmo modo, o trabalho com o e-commerce permite uma flexibilidade de horário para o empreendedor. Assim, ele pode até ter um emprego ou outros projetos e montar uma loja virtual.

Mas além disso, sabemos bem que as lojas físicas possuem um período de funcionamento estabelecido. Já em um e-commerce, o seu negócio pode ficar “aberto” 24h.

Dessa forma, o cliente pode realizar a comprar em qualquer horário, independente do período de funcionamento. Isso possibilita um aumento no número de vendas.

Por fim, montar um e-commerce na prática tem um passo a passo mais simples e rápido, dependendo do tipo de negócio. Mas, exige um bom marketing digital para se destacar.

Qual a melhor forma de abrir um e-commerce?

Como falamos, um e-commerce é bem atrativo para empreender, pois tem um baixo custo e várias vantagens para o empresário.

Porém, ainda mais simples do que montar um e-commerce é iniciar uma franquia para atuar neste mercado digital.  Isso porque, neste modelo de negócio, o empreendedor recebe uma empresa praticamente pronta.

Nesse sentido, a franquia é um negócio previamente estabelecido, com uma marca reconhecida no setor, uma operação padronizada e produtos testados e aprovados pelos consumidores.

Por conta disso, é um formato mais seguro, pois o empreendedor recebe um negócio mais maduro, e com isso pula algumas das etapas iniciais de maturação da empresa.

Outro ponto que traz mais segurança é que normalmente são as próprias franqueadoras que ficam responsáveis pela logística de entrega dos produtos.

Dessa forma, o franqueado não precisa ter estoque em casa, nem uma equipe de entregadores, e isso simplifica sua vida. Logo, ainda pode-se atuar totalmente em home office.

Do mesmo modo, este modelo é vantajoso, pois o franqueado recebe treinamento para conhecer o mercado no qual vai trabalhar, e diversos suportes da franqueadora.

Por exemplo, a franqueadora orienta para o trabalho de marketing. É comum que a franquia tenha uma central que produza materiais para a divulgação dos produtos, facilitando o trabalho do franqueado.

Por último, a franqueadora cuida da parte operacional do site, que é algo que exige bastante atenção, como para a segurança de dados dos clientes e para os pagamentos on-line.

Opções de franquia de e-commerce para abrir

Falamos um pouco do modelo de franquia, que é um formato que funciona bem no e-commerce na prática. Assim, o empreendedor não fica totalmente dependente da organização feita do zero para montar um negócio, pois recebe uma empresa quase pronta.

Agora, confira a seguir algumas opções de franquias que trabalham com o e-commerce de produtos nos mais variados nichos de mercado. Continue a leitura!

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Você pôde entender um pouco mais sobre como funciona o e-commerce na prática. Desse modo, viu que é possível investir neste tipo de negócio de forma segura, com uma franquia.

Nesse sentido, o mercado conta com outras oportunidades de franquias que atuam com vendas on-line. Por isso, não perca tempo e invista hoje em franquias! Boa sorte!

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